8 de dezembro de 2005

A Ferida que não faltava

Vai e vem e a dor,
Uma vez esquecida pelo tempo de ausência,
Vez que outra retorna,
Com toda a devassidão outrora conhecida,
Inútil e vulgarizada.

Vai-te ferida, leva contigo essa dor maldita.
Não te quero entre meus lençóis,
Ainda menos em meus pensamentos.

Matarei as lembranças
Da ferida vigente.
Não arrume motivo
Pra novamente se mostrar.

Vai sem Deus,
Dor voraz.

Letícia de Castro
ferida, mas erguida.

5 comentários:

Anônimo disse...

Não faz assim q me corta o cuore.
Te segura na minha mão.

Beijão, teu sempre JU!

Anônimo disse...

hummmm!!!! vai saber

Letícia Baptista De Castro disse...

E sei mesmo Nitrinho - já te contei do "Ferida" hehehehe. Bjs

Letícia Baptista De Castro disse...

Valeu JU... como está a viagem??? Pelo jeito tá na Itália. Beijão

Anônimo disse...

Td isso pra mim? espro que naum. Beijo reto...