O pessoal voltou com fome do carnaval.
Ontem à noite, depois de muita dança, risadas e algum teor alcólico alterado resolvemos comer cachorro-quente, por mais temerário que isso pareça, foi um desejo coletivo. Fomos a procura do cachorro tradicional, o da República. Bom, a má notícia veio com a cara de debochado do vendedor dizendo que tinha acabado o pão. Por mais irônico que pareça, a corrocinha fica em frente a uma padaria 24 horas. Ok, ainda há o Habbib´s aberto, sim porque as outras lancherias dos entornos da Lima e Silva estavam todos de portas cerradas. Rumo ao Habbib´s com muita fome e já na porta a notícia: não tem esfirra e kibe. Bom, mas tem os outros né, ao que o moço da portaria respondeu positivamente. Entramos, sentamo-nos e fomos fazer os pedidos. Resultado: saímos da lancheria "árabe" com fome, pois nada havia pra comer. Acabamos no "Mac Donalds". Até que enfim... daí minha vontade de comer se resumiu somente a uma batata frita gigante e um suco de uva do tamanho "combo", segundo a espirituasa amiga Nai.
Se forem comer em bares em Porto Alegre sugiro que façam um lanche antes de sair, pois podem ficar só na vontade.
Letícia De Castro
(fome de escolher o que comer)
3 comentários:
Ia esquecendo que a padaria em frente à carrocinha de cachorro-quente também não tinha pão. Os erros de português não são propositais, mas acidentais. E não vou corrigir pra não mudar o teor de indignação da autora.
Há uma carrocinha numa das avenidas que "corta" a Goethe. Chama-se Bagé. Te garanto que o cachorro-quente de lá é bem melhor que o da República. Beijo!
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